Calculadora de Juros Compostos
Simule aportes mensais e veja quanto do montante final vem de juros, não do que você depositou.
Projeção educativa
A simulação assume taxa e aportes constantes. Impostos, taxas do produto e inflação reduzem o ganho real.
Montante Final: Quanto você terá no final do período
Total Investido: Soma do capital inicial + todos os aportes
Juros Ganhos: O quanto seu dinheiro rendeu (diferença entre montante e investido)
Momento do aporte: cada aporte mensal entra no fim do mês, depois dos juros daquele mês
| Ano | Total Investido | Juros Acumulados | Montante Total |
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O Poder dos Juros Compostos
Entenda Juros Compostos em Detalhes
Juros Simples vs Juros Compostos
Nos juros simples, você ganha sempre a mesma quantia a cada período, calculada apenas sobre o capital inicial. Por exemplo: R$ 1.000 a 10% ao ano rende R$ 100 por ano, sempre.
Nos juros compostos, os rendimentos de cada período são incorporados ao capital e passam também a render juros. No mesmo exemplo: R$ 1.000 a 10% rende R$ 100 no primeiro ano, mas no segundo ano você ganha 10% sobre R$ 1.100 = R$ 110, e assim sucessivamente. Esse efeito "bola de neve" faz toda a diferença no longo prazo.
Principais Investimentos com Juros Compostos no Brasil
No mercado financeiro brasileiro, diversos investimentos utilizam juros compostos:
- Poupança (6-7% ao ano): Isenta de IR, mas rendimento baixo. Rende 70% da Selic quando esta está abaixo de 8,5% ao ano, ou TR + 0,5% ao mês quando acima. Liquidez diária após 30 dias. Ideal para reserva de emergência, não para crescimento.
- Tesouro Direto Selic (9-12% ao ano): Acompanha a taxa básica de juros. Baixíssimo risco (governo federal). Liquidez diária. IR regressivo (22,5% até 15% após 2 anos). Excelente para médio/longo prazo.
- CDB/LCI/LCA (8-13% ao ano): Rendimento varia por banco e valor investido. LCI/LCA são isentos de IR. CDB tem IR regressivo. Garantidos pelo FGC até R$ 250.000 por CPF e instituição. Geralmente têm prazo mínimo (carência).
- Fundos de Investimento (variável): Diversificação automática, gestão profissional. Taxas de administração (0,5% a 2% ao ano) impactam rendimento. IR regressivo. Liquidez varia por fundo.
- Ações/FIIs (variável, risco maior): Potencial de ganhos maiores, mas também maiores riscos. Dividendos reinvestidos geram efeito de juros compostos. Requer conhecimento e tolerância a volatilidade.
A Fórmula dos Juros Compostos
A fórmula matemática dos juros compostos é: M = C × (1 + i)^t
- M = Montante final (quanto você terá no final)
- C = Capital inicial (quanto você começou com)
- i = Taxa de juros por período (em decimal: 10% = 0,10)
- t = Número de períodos (meses ou anos)
Com aportes mensais, a fórmula se torna mais complexa, mas o princípio é o mesmo: cada aporte passa a render juros compostos a partir do momento em que é investido. Nossa calculadora faz esse cálculo completo automaticamente para você.
Lição importante: Quanto mais cedo você começar e quanto maior o período, mais impressionante será o resultado dos juros compostos. A diferença entre começar aos 25 ou aos 40 anos pode significar centenas de milhares de reais de diferença, mesmo investindo valores similares!
Dicas Para Maximizar Seus Investimentos
- Comece Cedo: Cada ano conta. Começar aos 20 é infinitamente melhor que aos 30
- Seja Consistente: Aportes mensais regulares valem mais que aportes esporádicos grandes
- Reinvista os Rendimentos: Nunca retire os juros - deixe trabalharem para você
- Considere a Inflação: Busque rentabilidade real acima da inflação (IPCA + 4-6%)
- Minimize Taxas: Taxas de administração corroem seus ganhos no longo prazo
- Diversifique: Não coloque tudo em um único investimento
- Entenda o IR: Impostos reduzem rendimento real - prefira investimentos isentos quando possível
- Tenha Paciência: Juros compostos são um jogo de longo prazo - não espere milagres em 1 ano
- Aumente Aportes: À medida que sua renda cresce, aumente também os aportes mensais
- Proteja-se Primeiro: Tenha reserva de emergência antes de investimentos mais arriscados
Metodologia e Referências
Esta calculadora trata a taxa informada como nominal anual, divide-a por 12 e capitaliza mensalmente. Cada aporte recorrente entra no fim do mês, depois do rendimento daquele período. Os resultados são estimativos e não incluem taxas de corretagem, tributação específica por ativo ou inflação futura.
- Banco Central: metodologia de depósitos regulares (referência independente; o BCB usa aporte no início, enquanto esta página usa o fim do mês)
Última revisão técnica e editorial: 21/08/2026.